O método consagrado na medicina chinesa e no ocidente trata uma infinidade de problemas de saúde. A Acupuntura surgiu na China onde há registros do uso de agulhas para tratamentos de saúde com cerca de três mil anos. Integra a medicina tradicional chinesa e tem uma visão energética do organismo. Considera que existe uma energia que percorre todo o corpo, sendo influenciada por ancestrais, alimentação, respiração, entre outros elementos. Essa energia circula pelos meridianos (também conhecidos como canais de energia) e pode ser afetada por situações internas ou externas, que causem desequilíbrios, distúrbios emocionais e doenças. A pressão e ou estimulação em determinados pontos dos meridianos é capaz de movimentar essa energia para que ela flua de forma adequada. O processo pode ser feito com a aplicação de agulhas ou com materiais como pedras, bambu e sementes. O método não se baseia apenas nos sintomas, mas tem uma visão holística, analisando questões emocionais e outros aspectos da vida e do corpo do paciente. Os meridianos estão relacionados com os órgãos, como pulmão, coração, fígado, rim, bexiga, intestino e estômago. Já os pontos da Acupuntura estão espalhados por diversas partes do corpo e o profissional vai saber qual local deve ser pressionado/estimulado para liberar a energia e restabelecer o equilíbrio. Acupuntura na medicina ocidental Em 1979, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu os benefícios da Acupuntura para o tratamento de diversas patologias. No Brasil, já em 1958 era realizado o primeiro curso de formação em Acupuntura, mas a técnica só viria a ser reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina em 1995. Dessa forma, algumas universidades passaram a oferecer a técnica como disciplina eletiva para aumentar a especialização na área. E o avanço não parou por aí: em 2006, a medicina tradicional chinesa foi incluída na Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), o que possibilitou o tratamento com Acupuntura a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). Hospitais particulares do país contam com residência médica em Acupuntura e oferecem a terapia aos pacientes em determinados casos. As pesquisas Estudiosos da Universidade de York, na Inglaterra, constataram os benefícios da técnica para a depressão. Na ocasião, foram analisados mais de 750 pacientes com sintomas moderados e severos e a Acupuntura se mostrou efetiva para complementar o tratamento. Em outra análise, feita a partir de 29 estudos clínicos em diversos países, o método se mostrou, mais uma vez, positivo para tratar a lombalgia, além de outras dores crônicas, como osteoartrite e cefaleia. A investigação foi feita com mais de 17 mil pacientes nos Estados Unidos, Alemanha, Espanha, Suécia e Grã-Bretanha. A Acupuntura ainda pode ser significativa para quem deseja engravidar. Pesquisadores da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, acompanharam cerca de quatro mil pacientes durante o processo de fertilização in vitro. Ao longo do estudo, observaram que a terapia contribuiu para o sucesso da fertilização, uma vez que favorece o fluxo sanguíneo no endométrio, regula os hormônios e diminui a ansiedade. A técnica mostra resultados positivos em tratamentos para hipertensão, rinite crônica, obesidade, para amenizar sequelas motoras em casos de acidente vascular cerebral (AVC), entre outras situações. Além disso, há uma variação da Acupuntura voltada para aspectos estéticos, com foco no rejuvenescimento, para suavizar marcas de expressão e rugas e aumentar a elasticidade da pele, entre outras vantagens. Cuidados com a técnica A Acupuntura é praticamente indolor e agrega mais qualidade de vida aos pacientes. No entanto, deve ser indicada e realizada por profissionais especializados e com os instrumentos adequados. Geralmente a sessão tem, em média, uma hora de duração e o tratamento pode variar de acordo com o diagnóstico. Pode ser feita com agulhas ou com laser. Conhecer os pontos corretos e dominar a técnica de aplicação é essencial para os bons resultados. Além do tratamento para a dor, há outros benefícios, como o fortalecimento do sistema imunológico, melhora na circulação sanguínea, aumento de vitalidade e energia, relaxamento, diminuição de estresse e melhora do sono. O acupunturista Lucas Luis Marmitt trabalha há 11 anos com Acupuntura clínica e estética e combina no tratamento outras terapias da medicina tradicional chinesa. Sua relação com a área iniciou a partir de uma experiência pessoal de cura de uma esofagite diagnosticada como crônica. Mesmo com medo de agulhas, decidiu experimentar. “Esta técnica salvou a minha vida. Gostei tanto que resolvi estudar mais a fundo”, conta Marmitt, que hoje dirige um consultório juntamente com a esposa Denise Soares da Maia, também acupunturista. Entre os atendimentos estão acupuntura clínica e estética. O profissional relata inúmeros casos de cura e/ou alívio de dor com a técnica. “É fantástica para todas as dores lombares. De 50 a 100% da dor é possível tirar já na primeira sessão. Tive vários casos no meu consultório com sucesso total. É excelente também para resolver problemas de enxaqueca”, afirma, ensinando que boa parte das dores de cabeça são causadas por energias do fígado e vesícula em desarmonia (neste caso em excesso). A causa pode ter questões emocionais, como raivas e nervosismo, que afetam o meridiano do fígado e da vesícula. Segundo o terapeuta, “na visão oriental não existe patologia se o corpo estiver harmônico. É a energia em excesso ou deficiente que causa as dores e as doenças. E aí cabe ao acupunturista, através de anamnese, leitura de pulso e leitura de língua, identificar quais os elementos que estão em desarmonia e harmonizá-los. Consequentemente a saúde se restabelece”. REF: http://valedosinos.nossobemestar.com/posts/1895-a-forca-da-acupuntura Tags: acupuntura, medicina chinesa, medicina natural, terapia complementar, terapia holistica, tratamento com agulhas
Janeiro Branco: Dicas para Cuidar da sua Saúde Mental
Que seja de janeiro a janeiro este cuidado, com nossa mente e corpo. Somos uma só conexão e para que tudo flua é necessário primeiramente estarmos em paz e com nossa saúde mental em ordem. Separamos algumas dicas especiais para você aplicar hoje mesmo: Pratique Meditação: Separe um momento do seu dia para sí, nem que seja 5 minutinhos, que sejam só seus. A meditação é umas das práticas mais indicadas e confirmadas cientificamente parar ajudar na tranquilidade da mente. Fechar os olhos e meditar traz muitos benefícios tanto físicos quanto emocionais. 2. Escreva um Diário: Isso mesmo, escreva. O ato de escrever é uma forma de expressar seus sentimentos e emoções, com este recurso, é possível ter um panorama das suas emoções ao longo da semana, o que facilita a auto observação e trabalha a inteligência emocional. Auxilia em muito no autoconhecimento (vamos falar em breve sobre isso). 3. Pratique o Autoconhecimento: Separe um tempo para se conhecer, para se observar. Aprenda sobre você mesmo, ouça músicas ou veja programas que lhe fazem bem. Aprenda o que sua mente e corpo estão dizendo – feche o mundo lá fora e veja como você se sente, faça atividades que se sinta bem e seu corpo terá a mesma reação. 4. Faça alguma atividade física: Não tem como fugir! Faça pelo menos 3x na semana uma atividade física e veja as diferenças na primeira semana. Seu corpo irá liberar tantas substâncias boas que seu humor se modificará quase que instantaneamente, além que de sua autoestima aumentará. Todas essas mudanças farão com que se sinta bem, e com isso, sua saúde mental estará bem cuidada. Que tal começar a colocar em prática tudo o que falamos aqui? Faça e nos diga como se sente. Lembre-se sempre: A saúde mental vem em primeiro lugar, sem ela nem o corpo físico nem o ambiente externo sobrevive. Cuida-se! Tags: autocuidado, janeiro branco, mente saudavel, saude mental
Por que os Metais Pesados são tão Perigosos e como Eliminá-los?
De acordo com pesquisas recentes, o homem moderno está exposto a metais pesados entre 500 e 1.000 vezes mais do que o homem na era pré-industrial. Na era industrial, começou a extração de metais pesados da terra, então a superfície dela estava saturada com essas toxinas, com as quais nosso corpo estava cheio delas desde nossa comida, a água que bebemos e, claro, o ar que respiramos contém grandes quantidades desses metais pesados. Outra fonte importante dessas toxinas para o nosso corpo são os amálgamas usados pelos dentistas para obturações. Esses amálgamas metálicos são compostos por cerca de 50% de mercúrio. Este mercúrio radioativo, em apenas 4 semanas após a aplicação do amálgama, já pode ser detectado nos ossos da mandíbula, intestinos, pulmões e um pouco mais tarde também atinge o cérebro, fígado, rins, tireóide, pâncreas, hipófise, supra-renais e ovários. Desse modo, tendo atingido grande parte de nossos tecidos, esse mercúrio radioativo interfere negativamente em inúmeros processos metabólicos, causando sérios danos. O que são metais pesados? O grupo de metais pesados inclui, entre outros: mercúrio, chumbo, cádmio, níquel e titânio (embora os dois últimos sejam, na verdade, metais leves). As intoxicações lentas e graduais por metais pesados são mais frequentes que as intoxicações agudas, mas os efeitos versáteis e muito destrutivos que causam em nossa saúde não foram levados em consideração pelos profissionais de saúde. Em primeiro lugar, para dizer que os metais pesados catalisam as reações de oxidação, portanto, estimulam a produção de radiais livres. Além disso, evitam a absorção de oligoelementos e elementos, dada a sua semelhança estrutural com estes, e substituem minerais essenciais como magnésio, zinco, cobre, iodo, molibdênio ou manganês, cujas consequências podem ser desastrosas. Um exemplo é a doença de Alzheimer, caracterizada por níveis aumentados de alumínio no corpo, especialmente no cérebro. Isso resulta em uma inibição das enzimas glicolíticas responsáveis pela degradação da glicose para obter ATP. Eventualmente, os neurônios não recebem energia suficiente, diminuindo a velocidade e morrendo de fome. Este é apenas um exemplo entre dezenas de casos existentes de inibições enzimáticas. Qualquer inibição enzimática de uma importante via metabólica terá consequências desastrosas. Curiosamente, mencionarei que nos séculos 18 e 19 e parte do século 20, a sífilis era tratada com derivados de mercúrio. Essa doença era caracterizada pela formação de cânceres que são úlceras contagiosas. Esses ferimentos, embora não representassem um perigo realmente sério, eram alarmantes em sua aparência. Verificou-se que o tratamento com sais de mercúrio, tanto externamente quanto internamente, fazia desaparecer o cancro. Porém, apesar desse alívio, com o passar dos anos a pessoa adoeceu gravemente e acabou com demência e paralisia, que os médicos chamaram de sífilis terciária. Nos primeiros anos do século XX, surgiu o salvasán. A droga continha arsênico, que, embora não seja um metal, compartilha muitas semelhanças com os metais tóxicos. Mais tarde, descobriu-se que os sais mercuriais e o salvasán eram os culpados pelos sintomas desenvolvidos nas fases avançadas da doença e não a própria sífilis. É por isso que o Dr. Peter Python escreveu o livro intitulado “A sífilis é uma doença produzida por médicos”. Na verdade, as terríveis manifestações da chamada sífilis terciária, como paralisia, perda dentária, demência ou cegueira, nada mais eram do que sequelas derivadas de tratamentos com compostos de mercúrio e arsênico. Algumas das doenças que podem ser em grande parte devido ao envenenamento por metais pesados são: Autismo, esquizofrenia, esclerose múltipla, Alzheimer, Parkinson, nefropatias, câncer, infertilidade, hiperatividade e déficit de atenção, imunossupressão, anemia, infecções resistentes ao tratamento com antibióticos, doenças degenerativas em geral, problemas mentais e neurológicos de todos os tipos e dermatoses. Como se livrar dos metais pesados? Antes de falarmos sobre a forma como podemos eliminar os metais pesados do corpo, devemos levar em consideração que não devemos continuar nos envenenando com eles, com o que a primeira coisa que devemos fazer é não entrar em contato com as duas principais fontes dessas toxinas. que são amálgamas dentais e água da torneira. Em relação aos amálgamas, devemos removê-los o mais rápido possível e substituí-los por um compósito não metálico, e embora nosso dentista insista que não são perigosos, devemos saber que são e o mais adequado seria recomendar ao dentista que já documentam sobre o assunto Então encontre outro com mais conhecimento sobre a toxicidade desses amálgamas. Por outro lado, também devemos evitar beber e cozinhar com água da torneira a todo custo, uma vez que esta é uma fonte de chumbo (especialmente se os tubos do edifício são antigos), cobre (material usado em muitos tubos), cádmio (usado para melhorar as características físicas do pvc) e dos tubos de alumínio (como resultado da adição de alúmen à água para eliminar a turbidez da mesma). Por outro lado, a grande maioria dos cloros normalmente usados contém aqueles que eram para o Dr. Clark os 5 imunossupressores básicos, incluindo metais pesados. A água engarrafada não é a opção perfeita devido ao seu alto conteúdo tóxico, mas isso é assunto para um próximo artigo. A melhor maneira de evitar toxinas na água, de nossa perspectiva, é usar uma destilaria portátil ou um sistema de filtração por osmose reversa, que são sistemas que removem praticamente todos os tóxicos da água. Outras fontes de metais pesados a destacar são: Antiácidos (contendo hidróxido de alumínio). Os potes de barro e utensílios de cozinha feitos de alumínio. Todas as vacinas, que são uma importante fonte de mercúrio porque contêm timerosal, substância desinfetante da qual o mercúrio constitui 49% do seu peso. Portanto, a vacinação anual contra a gripe tão recomendada para os idosos, ou a vacina contra o tétano recomendada para os trabalhadores que estiverem em contato com sujeira, esterco ou que estejam expostos a cortes por máquinas ou implementos agrícolas, são francamente prejudiciais, além do papiloma, da pneumonia etc. Desodorantes contendo alumínio, incluindo pedras de alúmen vendidas em lojas de produtos naturais, visto que o alúmen nada mais é do que o sulfato de alumínio duplo. Folha de alumínio para embrulhar alimentos. Como remover metais pesados do corpo? A naturopatia moderna e os estudos do Dr. Clark sugerem o uso de suplementos naturais que nos ajudam a eliminar os metais pesados acumulados em